10% inspiração e 90% transpiração (TOMANIK, 2004)
quarta-feira, 9 de junho de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
TI ou IT ou CI ou etc: tantas siglas, tantos significados

Já dizia Tomanik (2004) “as palavras que usamos para nomear objetos, seres ou acontecimentos são a forma resumida que empregamos para denominar estes fenômenos...” (grifo meu), se palavra já é uma forma resumida, o que ele diria das siglas? Que em alguns momentos facilitam (em razão da quantidade de informação e do desejo frenético de otimizar tudo) e em outros confundem.
Então vamos lá, para ver como funciona:
TI é importante, mas não sem CI para gerar IT, que no contexto da CI é analisada, a partir da NI do consulente. Em suma, de nada adianta a TI sem as CI.
Entenderam? Acho que me confundi.
E podemos ir além. GI e GC (gestão da informação e gestão do conhecimento, respectivamente) são termos em voga e assim é a vida acadêmica, dita moda e muitos adotam, mas o que alguns esquecem é que o contexto muda conforme o corpo, uma modelo magérrima não é o mesmo de um corpo robusto, e de tal forma as empresas adotam essas siglas e muitas vezes se limitam a usar termos imponentes ou estrangeirismos e achar que isso é conhecimento ou diferencial para competitividade, aliado é claro, ao uso intensivo de TIC’s (olha aí mais uma sigla).
Davenport (1998) é categórico ao afirmar que “apesar dos trilhões gastos em tecnologia de informação com objetivos comerciais, a tecnologia parece incapaz, por si só, de fornecer as informações necessárias para a execução e a administração de negócios.”
Ressaltando informação e conhecimento são criações essencialmente humanas e que nunca seremos capazes de administrá-los sem que levemos em conta o papel fundamental desempenhado pelas pessoas.
E a Ciência da Informação (aqui não usamos sigla, uma vez que a ciência preza pela precisão e clareza) com tantas características, em especial interdisciplinar, tem como objeto a informação, que é diretamente fruto do caráter criativo do homem. Então retomamos ao proposto:
TI (tecnologia da informação) é importante, mas não sem CI (capital intelectual) para gerar IT (informação tecnológica), que no contexto da CI (Ciência da Informação) é analisada, a partir da NI (necessidade de informação) do consulente. Em suma, de nada adianta a TI sem CI.
Agora sim... Acredito que uma imagem não valha mais do que mil palavras, mas tenho lá minhas dúvidas quanto às siglas, será?
sexta-feira, 14 de maio de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Muita informação adianta?
segunda-feira, 15 de março de 2010
Informação tecnológica para empresários brasileiros em ambientes virtuais
Resumo
O termo pós-industrial traz uma característica inovadora à economia global: a valorização do conhecimento, como diferencial de competitividade e, os empresários – dotados de capacidade empreendedora - começam a se adaptar a essa realidade. Este cenário induz um emaranhado de atividades propícias à disseminação da informação como base para a tomada de decisão, valorando a informação sob uma ótica mercadológica.
Essa condição exige atualização constante, demandando informações relevantes que podem ser acessadas em sítios do Sistema S. Diante do exposto, é proposto analisar a qualidade dessa informação para atender as demandas dos micros e pequenos empresários brasileiros.
Problema
As empresas encontram o desafio de fazer negócio a partir da aplicação eficiente de informação.
Diante à quantidade de informação disponível na Internet, em especial nos sítios do Sistema S (a considerar apenas 4 entidades das 9 que o compõe, em razão da representatividade: SEBRAE, SENAC, SENAI e SESI), questiona-se: as informações tecnológicas disponibilizadas em ambientes virtuais atendem às demandas dos micros e pequenos empresários brasileiros?
Objetivo geral
Verificar se a oferta de produtos e serviços informacionais em ambientes virtuais do Sistema S é alinhada à demanda de necessidades de informação dos micros e pequenos empresários brasileiros.
Objetivos específicos
• Identificar o perfil dos micros e pequenos empresários brasileiros;
• Identificar a necessidade de informação dos micros e pequenos empresários brasileiros;
• Identificar os sítios do Sistema S existentes (SEBRAE, SENAC, SENAI E SESI);
• Listar os produtos e os serviços informacionais oferecidos nos sítios;
• Avaliar a acessibilidade e a usabilidade desses sítios;
• Identificar os resultados proporcionados na empresa após o acesso às informações tecnológicas, sob a perspectiva do empresário.
O termo pós-industrial traz uma característica inovadora à economia global: a valorização do conhecimento, como diferencial de competitividade e, os empresários – dotados de capacidade empreendedora - começam a se adaptar a essa realidade. Este cenário induz um emaranhado de atividades propícias à disseminação da informação como base para a tomada de decisão, valorando a informação sob uma ótica mercadológica.
Essa condição exige atualização constante, demandando informações relevantes que podem ser acessadas em sítios do Sistema S. Diante do exposto, é proposto analisar a qualidade dessa informação para atender as demandas dos micros e pequenos empresários brasileiros.
Problema
As empresas encontram o desafio de fazer negócio a partir da aplicação eficiente de informação.
Diante à quantidade de informação disponível na Internet, em especial nos sítios do Sistema S (a considerar apenas 4 entidades das 9 que o compõe, em razão da representatividade: SEBRAE, SENAC, SENAI e SESI), questiona-se: as informações tecnológicas disponibilizadas em ambientes virtuais atendem às demandas dos micros e pequenos empresários brasileiros?
Objetivo geral
Verificar se a oferta de produtos e serviços informacionais em ambientes virtuais do Sistema S é alinhada à demanda de necessidades de informação dos micros e pequenos empresários brasileiros.
Objetivos específicos
• Identificar o perfil dos micros e pequenos empresários brasileiros;
• Identificar a necessidade de informação dos micros e pequenos empresários brasileiros;
• Identificar os sítios do Sistema S existentes (SEBRAE, SENAC, SENAI E SESI);
• Listar os produtos e os serviços informacionais oferecidos nos sítios;
• Avaliar a acessibilidade e a usabilidade desses sítios;
• Identificar os resultados proporcionados na empresa após o acesso às informações tecnológicas, sob a perspectiva do empresário.
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